Como se preparar para o MINIONU

Bom, Senhores Delegados, faltam 3 dias para o início do MINIONU, e resolvemos dar algumas dicas sobre se preparar para os dias do evento.

  • Como nosso comitê é em 2015, não existem restrições para o uso de smartphones, tablets e laptops durante as sessões para fazer pesquisa, além de facilitar a escrita de documentos.
  • A Mesa encoraja que os Senhores levem pen-drives que possam ser utilizados para o compartilhamento de documentos produzidos pelos Senhores com a Mesa. Temos o objetivo de projetar no Datashow, os documentos que forem aprovados pela Mesa.
  • Se os Senhores não possuem tablets, smartphones ou não desejem os levar para as reuniões, dentro de nossa sala estarão disponíveis dois computadores para consulta e pesquisa durante os debates. Além disso, a Mesa gostaria de reafirmar que os voluntários estarão de olho nas atividades dos Senhores nos seus aparelhos eletrônicos, e qualquer uso indevido, como, por exemplo, Facebook, Youtube e afins, que não seja necessário para o debate.
  • É preferível que os delegados usem roupas formais nos dias das reuniões. Para os meninos: basicamente o terno, não necessariamente sendo obrigatório o uso do paletó, devido ao clima de Belo Horizonte nessa época do ano. Para as meninas: terninhos, saias e camisas mais formais, e se preferirem, o salto. Lembrando que durante os intervalos vocês podem trazer sapatos baixos e mais confortáveis para irem almoçar, mas, por favor, nunca usem chinelos estilo Havaianas dentro do comitê. Outra coisa, prefiram roupas mais soltas e confortáveis, nada de saias muito curtas e decotes muito grandes: ir para o MINIONU não é o mesmo que ir para uma balada.
  • Todos os delegados devem portar seus crachás e pulseirinhas de identificação durante todo o evento dentro dos portões da PUC Minas.
  • Encorajamos que os Senhores tragam garrafinhas d’água e algum tipo de lanche, como biscoitos, barrinhas de cereal ou frutas.
  • Durante os intervalos entre as sessões, os Senhores não devem deixar nenhum objeto pessoal dentro da sala do comitê. Levem tudo o que trouxerem para as reuniões, e sejam responsáveis pelos seus pertences.
  • Como já foi dito antes, nessa época do ano, o clima em Belo Horizonte costuma ser quente, mas nunca se sabe. Ultimamente esteve oscilando entre muito quente, e fresquinho. Estejam preparados para terem que utilizar um casaco, ou meia-calça para as meninas, de manhãzinha e ao sair ao fim do dia, ou para um calorzinho do sertão, pois nossa sala não tem ar-condicionado.

Essas são algumas dicas para facilitar na preparação para os dias do evento. Qualquer dúvida é só procurar algum membro da OSCE 2015 que nós estaremos prontos para ajudar. Bons preparativos!

Equipe OSCE 2015

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Fatores psicológicos e racionalidade: o que leva ao terrorismo?

Quando se fala em terrorismo, tem-se que ter em mente que eles atuam tanto em relação aos fins que eles desejam alcançar, quanto aos meios que eles utilizam. Note que não se trata de dizer que os fins justificam os meios. Os grupos podem se utilizar do terrorismo, pois desejam muito alcançar um objetivo, ou seja, um fim, e farão de tudo para que ele possa acontecer. Não excludente, os terroristas também se preocupam com o meio como pretendem alcançar essa objetivo. Os terroristas religiosos, por exemplo, mesmo que eles não vão alcançar o objetivo diretamente com seu ato, eles estão tão comprometidos com a causa que se enrolam em dispositivos explosivos para chamar a atenção às suas demandas.

Os motivos que podem levar alguém ou algum grupo a se utilizar de atividades terroristas podem ser classificadas como racionais ou psicológicas. Lembrando sempre que ninguém nasce terrorista, ninguém acorda um dia querendo explodir alguém sem motivo, mas alguns fatores devem ter acontecido pra fazer com que a pessoa ou o grupo recorre à essa alternativa.

Os fatores racionais são aqueles que dizem respeito ao cálculo racional, isso quer dizer que os integrantes do grupo pararam e pensaram como seria a melhor maneira de alcançar seus objetivos, com o menor custo (custo pode ser tanto monetário quanto social e psicológico) e o maior efeito possível. Crenshaw e Post, em seu texto sobre as Origens do Terrorismo, explicitam que os motivos que levam os grupos a recorrerem ao terrorismo podem ser: 1) a impossibilidade ou o fracasso de outras estratégicas. Geralmente, os grupos esgotam os meios democráticos e pacíficos de demandar aos seus governos, o que não lhes deixa opção se não recorrer à atividades terroristas para chamar atenção à sua causa. 2) Imitação de outros grupos. Se um grupo que não tem suas demandas acatadas pelo governo, e vê que outro grupo que pratica atividades terroristas está tendo sucesso, isso pode leva-lo a imitar a ação do outro grupo e engajar em ataques terroristas. 3) Arma do fraco (ou dos desesperados). Se você é um ator fraco com baixo poder de barganha ou de força, recorrer ao terrorismo seria uma maneira de se sobressair.

As situações que leva, um grupo a táticas terroristas são diversas. Entre elas, as mais recorrentes são a de que maior parte da população é contra a sua ideologia, e atentados terroristas são uma forma de chamar atenção. Isso demonstra um cenário de incapacidade de mobilizar apoio que sustentem suas demandas. E, além disso, pode ser que o grupo esteja presente em um Estado totalitário que impede qualquer tipo de manobra dentro do seu governo para demandar. O terrorismo calcula também qual seria a melhor hora para atacar seu inimigo político, pode ser, por exemplo, quando o regime vigente esteja mostrando pouca efetividade em responder aos ataques terroristas, ou quando esse se encontra moral e politicamente vulnerável.

Mesmo assim, o terrorismo encontra vantagens e desvantagens. As vantagens são que ele vira prioridade na agenda política, gera condições de revolução social da população do país, quando o governo responde aos ataques muito duramente, por exemplo, e pode inspirar resistência. Por outro lado, os custos de ações terroristas se elevam quando há reação categórica do governo, quando este se mostra muito engajado em combater esse tipo de ação e quando ao invés de mobilizar o apoio popular, as ações terroristas o perdem ainda mais.

terrorismo

O terrorismo também pode ser originado a partir de elementos psicológicos dos membros de seu grupo. Ele pode se posicionar como um contraponto ideológico, que fixa uma barreira identitária sobre o que é ser nós e o que é ser eles, pois sente que a cultura do outro esteja contaminando a sua. É também, uma busca por identidade dos seus membros, perceber quais são seus ideias, e pelo que você quer lutar. Além disso, é muito recorrente a cooptação de jovens de outras culturas que quando imigram para outros países, se sentem marginalizados socialmente. É muito comum que esses jovens que ao invés de serem integrados à cultura local, se juntem em comunidades dos seus países de origem e formem Little Brazil, Little Italy, China Town, Ghettos e outras comunidades de outros países, que pode levar ao extremismo e a cooptação por grupos terroristas. O papel dos pais também é muito importante na conduta dos filhos. Filhos leais à seus pais que lutam contra o regime do governo, tendem a ser nacionais/separatistas.

Um dos fatores psicológicos que tem um grande papel é o “grupo”. É muito mais fácil cooptar um jovem que se sente deslocado da sociedade em que vive ao mostrar a ele que existe um grupo de jovens iguais a ele, que encontram força uns nos outros pra lutarem. Isso tange ao fato de separação dos grupos identitários, e faz com que os jovens ajam dentro do grupo de um jeito que nunca fariam se estivessem sozinhos. A pressão do grupo é muito grande, e uma vez dentro é quase impossível de sair. Outro fator importante é o papel do líder do grupo. Se o líder é uma pessoa carismática, importante, com qualidades que as pessoas admiram e que acham que ele luta pelos interesses daquele grupo, é muito mais fácil a cooptação de membros através da idolatração do líder.

Esses são alguns dos fatores, psicológicos e racionais, que levam pessoas e grupos a se utilizarem de terrorismo. Lembrando que fatores racionais e psicológicos não são excludentes, podendo haver os dois tipos de fator dentro de um grupo.

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Como fazer uma Proposta de Resolução?

Proposta de Resolução

As conferências e reuniões de Órgãos Internacionais buscam através do debate, alcançar medidas e regras que serão aplicadas em relação aos temas debatidos, para isso, é preciso que os membros destas organizações exponham suas opiniões e posições no debate. Assim, a Proposta de Resolução é o documento mais importante produzido pelos membros, chegando a ser o propósito da discussão.

A elaboração de uma Proposta de Resolução é considerada complicada por muitos delegados, devido ao seu caráter específico de regras e formatação. Assim, buscaremos através deste, facilitar e tirar dúvidas pertinentes a cerca de como é produzida uma Proposta.

É necessário entender, que uma Proposta de Resolução, só é considerada proposta até que ela seja votada e aprovada pelos delegados. Após a aprovação, que se dá por maioria qualificada, ou seja, 2/3 do Quórum total, a proposta se torna a Resolução.

Inicialmente, ao redigir o documento, significa que os delegados chegaram a um relativo acordo sobre o tema e que o Comitê alcançou um avanço no debate. A Proposta de resolução precisa ser redigida de modo formal e objetivo, assim, explicitará o conteúdo do documento sem contradições entre os delegados presentes no Comitê.

Como redigir a Proposta de resolução?

Como foi dito anteriormente, a Proposta de Resolução possuiu características peculiares, como a forma que será formatada e as suas regras. Infelizmente, por desconhecimentos destas, delegados que não as entendem, não participam de forma integrada na formulação da Proposta.

Regras para redigir o documento

 O cabeçalho deverá ser contemplado com o nome do Comitê (OSCE- Organização para Segurança e Cooperação na Europa), a data, a língua do documento e a numeração do documento. A mesa é responsável pela enumeração dos documentos, assim, mantêm um controle da ordem dos documentos produzidos, evitando problemas procedimentais no Comitê.

A Proposta de Resolução deverá apresentar também, o título do tópico da agenda que aquela resolução será votada, os países signatários do documento (que representará pelo menos 1/3 das legações), tipo do documento, definição do conteúdo da proposta e não menos importante, as cláusulas preambulares e operativas do documento.

  • Cláusulas Preambulares: As cláusulas preambulares representam os motivos que levaram os delegados a chegar naquelas decisões que virão a seguir nas cláusulas operativas. Estas cláusulas se iniciam com verbos no gerúndio e em itálico (Buscando, Reafirmando).
  • Cláusulas Operativas: As cláusulas operativas representa o que foi decidido com os debates, assim, estabelecendo o que será feito. As cláusulas operativas devem se iniciar com verbos no modo imperativo e itálico (Criação, Estabelecimento).

É importante lembrar que os signatários estarão presentes no final da Proposta de resolução.

Exemplo de uma Resolução final do Comitê Organização da Aviação Civil Internacional 2013:

PROPOSTA DE RESOLUÇÃO

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O que é DPO?

A sigla “DPO” significa Documento de Posição Oficial e é um documento que deve ser entregue à mesa diretora no primeiro dia dos debates. Como o próprio nome diz, o DPO serve para uma delegação expor a posição de seu país sobre o tema a ser discutido no comitê. Esse documento irá deixar mais clara a posição das delegações, expondo a opinião do país naquele comitê e definindo objetivos prévios, o que irá ajudar o restante das delegações a descobrir quem são os possíveis aliados ou rivais nas discussões. O Documento de Posição Oficial, fica a disposição de todos os delegados para a consulta, com o objetivo de conhecerem melhor os países com quem estão debatendo.

Lembrando que esse documento é de caráter oficial, sendo um documento que mostra o posicionamento de um país e não as posições pessoais do delegado que o representa. Mesmo que um delegado descorde totalmente sobre a posição do país que representa, deve seguir a mesma, pois o Documento de Posição Oficial, novamente, não possui caráter pessoal.

ATENÇÃO: Ao entregar o DPO no primeiro dia de debate, o documento já deve estar impresso.

Qual o formato do DPO?

O DPO não deve ser um documento muito extenso, apenas uma página já basta. Em seu cabeçalho, o delegado deve colocar a sua representação, seu comitê, seu nome e sua escola. Para deixar o documento com um caráter mais formal e identificável, é interessante o delegado colocar também a bandeira do país que representa e também seu brasão de armas, lembrando que a bandeira do país deve ficar no canto superior esquerdo e o brasão de armas no canto superior direito, assim como mostra a imagem abaixo:

Para que seu documento fique de forma legível e limpa, procure usar fontes mais comuns, como Arial e New Roman. O tamanho de letra 12, também é indicado, pois facilitará a leitura e não é um tamanho de letra tão grande a ponto de prejudicar o seu texto, pois o DPO deve conter apenas uma página.

O que escrever no DPO?

Como foi mencionado acima, o DPO irá conter a posição das delegações sobre determinado tema. Isso não significa que o delegado deva colocar no documento, tudo aquilo que ele pesquisou sobre sua representação.

Um DPO começa, por exemplo, com uma breve introdução e abordagem histórica, mostrando a relação de seu país com aquele tema. Logo após, o delegado pode explicar como aquele comitê afeta a sua representação; apontar ações ou pronunciamentos de outros agentes internacionais (países e organizações) com as quais sua representação concorda ou discorda, justidicando-as e incluir o que a sua representação espera do comitê, em relação às resoluções e às medidas a serem tomadas para solucionar os problemas propostos pelo comitê, também irá enriquecer um DPO.

Ao escrever seu DPO, o delegado deve evitar o uso de palavras mais complicadas, deve escrever de forma coesa e coerente, organizando seu texto de forma objetiva. Lembrando que o nosso comitê será simulado em português, ou seja, o seu DPO também deverá estar em português independentemente da língua falada no país que você representa. Para finalizar é válido lembrar que, como essa é uma reunião de caráter diplomático, considerando a seriedade do evento, o Documento de Posição Oficial deve ser apresentado com uma linguagem formal.

Essas foram apenas algumas dicas para que os senhores façam um bom Documento de Posição Oficial, lembrando que são apenas dicas, ou seja, o seu DPO não estará errado no caso de você não seguir todos os passos que foram apresentados nesse post. Desejamos bons estudos e dediquem-se, pois já estamos a menos de um mês do MINIONU 15 ANOS.

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Primeiro Ministro britânico anuncia novas medidas antiterror e clama cooperação dos delegados da OSCE 2015

Boa tarde Senhores Delegados,

Essa manhã (01/09) o Primeiro Ministro do Reino Unido, David Cameron, fez um discurso no parlamento britânico no qual ele propôs novas medidas antiterroristas a serem tomadas no país. A necessidade de se achar novas medidas veio após o nível de ameaça de atentado terrorista no Reino Unido ter aumentado de “substancial” para “severo”, na semana passada. No início de Agosto, foi vazado na internet o vídeo da decapitação do jornalista americano, James Foley, por extremistas islâmicos que queriam mandar uma mensagem ao Estados Unidos. A grande preocupação desencadeada a partir desse vídeo, foi o fato dele ser narrado por um nacional britânico.

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O Primeiro Ministro começa seu discurso citando uma decisão do Conselho Europeu que diz que “a criação de um Califado Islâmico no Iraque e na Síria e o extremismo islâmico e sua exportação de terroristas são uma ameaça direta a todos os países europeus”. O mesmo Centro Independente de Análise de Terrorismo que aumentou o nível da ameaça de atentados no Reino Unido, soltou um relatório no qual mostra que mais de 500 nacionais britânicos vão à Síria e ao Iraque se juntar aos extremistas, além de 700 franceses, 400 alemãs e centenas mais de outros países que inclui o Estados Unidos, Canadá, Dinamarca, Espanha, Suécia, Bélgica, Países Baixos e Austrália. O Primeiro Ministro clamou que os seus parceiros europeus percebam a seriedade dessa realidade que eles estão vivendo, e que haja a cooperação para que medidas sejam tomadas em todo o continente. Em outras palavras, o Primeiro Ministro britânico pede a sua ajuda, Senhores Delegados da OSCE 2015, para que decisões sejam tomadas.
David Cameron quis deixar bem claro que o que o grupo do Estado Islâmico do Iraque e do Levante (ISIS, na sigla em inglês) não condiz com a maioria do islamismo, que é uma religião que prega a paz e e o amor ao próximo. Muito pelo contrário, esses extremistas estão levando as populações locais a viver em estado medieval, além de perseguir grupos minoritários na região, como cristãos, yazidis, curdos e até mesmo islâmicos xiitas, pois baseia a sua atuação na forma mais pura de violência.

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O Primeiro Ministro, então, declara que a estratégia para combater esse tipo de extremismo tem que ser árdua, mas também inteligente, paciente e metódica. Em sua visão, os governos devem se utilizar de todas as ferramentas disponíveis da diplomacia, mas também recorrer ao uso militar se for necessário. Cameron deu o exemplo de como o Reino Unido provê equipamento militar para os curdos da região, para que eles possam lutar mais eficazmente contra os extremistas, além de apoiar os bombardeios aéreos dos radicais feitos pelo EUA e parar qualquer tipo de capital seja investido em organizações ligadas ao ISIS. Ele pede a ajuda dos outros países, na tentativa de parar o fluxo de estrangeiros se juntando aos extremistas islâmicos, além de mostrar seu apoio a criação de sociedades livres e justas nessa região, com um governo mais inclusivo no Iraque e um regime democrático e não-violento como o de Bashar Al-Assad na Síria.
O Primeiro Ministro revela que internamente, várias medidas anti-terroristas já são tomadas, mas que essas não estão sendo o bastante. Após a informação de que vários nacionais britânicos estão viajando para lutar lado a lado com extremistas, David Cameron propõe a criação de uma lei que permita que policiais nas fronteiras do país possam apreender os passaportes – atualmente eles podem só revistar e investigar os suspeitos, e não apreender seus passaportes – de pessoas que se mostrarem suspeitas de se engajar em atividades terroristas no exterior, impedindo que nacionais britânicos que tenham lutado nessas regiões possam voltar ao país, legislar para que os crimes terroristas possam ser processados pelos tribunais. A menção à apreensão de passaportes gerou polêmica no parlamento, mas o Primeiro Ministro deixou bem claro que o passaporte não é um direito automático do cidadão, e que o governo tem a capacidade de não emitir o passaporte se suspeitar que o cidadão tenha o intuito de se filiar a grupos terroristas. Além disso, ele chamou a atenção à ameaça que se encontra em seu território: os nacionais britânicos que retornam. Ele propôs o fortalecimento de ações que já ocorrem no país como o impedimento de entrada de nacionais britânicos e outros estrangeiros que tenham lutado na Síria ou no Iraque ou que apresentam qualquer tipo de ameaça, além de revogar os direitos dados aos estrangeiros que se naturalizaram britânicos.
Uma medida que chamou muito a atenção, foi a de clamar pela cooperação das companhias aéreas, para que elas forneçam a lista dos seus passageiros antes que estes cheguem ao Reino Unido, tendo como consequência a proibição de pousar no país. Outra medida é a de reinforçar a capacidade da inteligência britânica de monitorar cidadãos que sejam suspeitos, além de censurar conteúdo que incite ao terrorismo na internet.

Essas foram algumas das medidas que o Primeiro Ministro encontrou de reinforçar a luta dentro de seu país, pedindo, ainda, a ajuda dos vizinhos europeus nessa luta que diz respeito a todo o continente. E vocês Senhores Delegados, concordam com essas medidas? Se vocês quiserem assistir ao discurso na integra é só clicar no link: https://www.youtube.com/watch?v=qHw7M_WhPgA
Bons estudos!

Equipe OSCE 2015

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A base do MINIONU

Boa tarde Senhores Delegados,

dia 28 de Agosto é o Dia Nacional do Voluntário. O trabalho do MINIONU é basicamente feito por voluntários, de alunos a professores. São essas pessoas que passam um ano inteiro trabalhando de boa vontade e doando seu tempo e dedicação que fazem o MINIONU acontecer. Muitas vezes ouvimos de pessoas que não conhecem o projeto que “perder” os fins de semana por um ano inteiro por causa de treinamento deve ser uma chatice, mas na verdade eles não entendem o que levam as pessoas a se doarem as outras. Como um professor muito querido nosso no MINIONU sempre diz, nós somos uma família, e quem entra no MINIONU fica mesmo porque ama! A Equipe da OSCE 2015 gostaria de reconhecer o trabalho de cada um que faz parte do MINIONU e vem trabalhando para que os Senhores tenham um ótimo evento e uma experiência inesquecível! 

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Equipe MINIONU 15 anos

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Onde começa a preocupação com a Segurança?

A segurança é tratada pela OSCE não somente como as relações em tempos de paz entre os Estados, mas também através de aspectos que impactam diretamente as nossas vidas. A nova percepção de segurança nos faz pensar em diversas maneiras para assegurar esse  direito. O vídeo abaixo feito pela OSCE explica como a segurança começa com cada um de nós, dentro das comunidades locais em que vivemos, e se espalha através do mundo. É esse tipo de pensamento que a Equipe da OSCE 2015 quer que os Senhores Delegados tenham em mente quando dos dias das discussões: a de que nós juntos somos capazes de impactar outras pessoas e tomar decisões que afetam, de preferência beneficamente, a convivência e as relações internacionais entre os nossos países. 

 

O vídeo é inglês e tem opção de legenda, também em inglês, mas o vocabulário é bem básico e de fácil compreensão. Existe também a possibilidade de assistir o vídeo em espanhol, se alguém achar que for mais fácil. 

 

Bom início de semana!

Equipe OSCE 2015

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